quinta-feira, 30 de dezembro de 2010


"Amanhã fico triste… amanhã! Hoje não… Hoje fico alegre! E todos os dias, por mais amargos que sejam, eu digo: Amanhã fico triste, hoje não…"

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Laurinda Alves - "Um dia atrás do outro"

"Tem uma cara perfeita, uma boca desenhada para sorrir devagarinho, com atenção, olhos profundos, perturbadores e misteriosos, um ar vagamente triste e a distância de quem, de tanto se concentrar no essencial, parece um pouco distraída.
O silêncio que se desprende da sua imagem frágil e doce acentua o mistério e a cerimónia com que olhamos para ela.
É ainda mais bonita do que na fotografia da capa do seu livro de bolso, onde parece uma musa, um ser divino e inspirador.
[...]
O ar naturalmente sedutor de quem se perdeu e se encontrou, de quem riu e chorou, de quem sabe, porque sente, que nada na vida acontece por acaso.
[...]
Hipnotizada pelos gestos mas, também pela tranquilidade da sua figura, sento-me de frente para ela. Para aqueles olhos que nos olham de uma maneira diferente e perscrutante. Intrigante também, pois sentimo-nos ao mesmo tempo confortáveis e expostos. Como se pelo olhar nos medisse a alma.
Na realidade é isso que [...] faz, trespassa-nos com aqueles seus olhos que ouvem, e no fim, deixa-nos com a certeza (e o estranho alivio) de que ficou a conhecer-nos melhor por dentro do que por fora.
A sua primeira presença é forte mas não intimidante, [...].
A sua capacidade de acreditar na vida, de sonhar e cumprir todos e cada um dos seus sonhos é notável e deixa-nos com uma profunda sensação de desperdício por todas as horas e minutos que vivemos distraídos."



"Desligar o cérebro e gozar a vida exclusivamente pelos sentidos. Não pensar, não lembrar, não racionalizar, não analisar, só sentir, sonhar, rir, numa palavra viver."


Paulo Coelho “onze minutos”



"A paixão faz a pessoa deixar de comer, dormir, trabalhar, estar em paz. Muita gente fica assustada porque, quando aparece, derruba todas as coisas velhas que encontra.
Ninguém quer desorganizar o seu mundo. Por isso muita gente consegue controlar essa ameaça, e é capaz de manter de pé uma casa ou uma estrutura que já está podre. São os engenheiros das coisas superadas. Outras pessoas pensam exactamente o contrário, entregam-se sem pensar, esperando encontrar na paixão as soluções para todos os seus problemas. Depositam na outra pessoa toda a responsabilidade pela sua felicidade e toda a culpa pela sua possível infelicidade. Estão sempre eufóricas porque algo de maravilhoso aconteceu, ou deprimidas porque algo que não esperavam acabou por destruir tudo.
Afastar-se da paixão, ou entregar-se cegamente a ela - qual destas atitudes é a menos destrutiva?
Não sei." 

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010



Não preciso de medos novos - bastam os que já tenho. Não vou passar dias a pensar do qt me vai custar estar longe de ti daqui por uns meses (aos quais tu te referes mt tempo), mas se agora já custa e são poucos km's daqui por uns tempos nem quero pensar! só te digo uma coisa: - não vou abdicar mão de ti, és meu! Nunca te vou deixar - Amar-te-ei para sempre ... 






No verão os dias rendem o dobro e estendem-se como o mar, para além do horizonte. Tenho sdds tuas meu VERÃOOO!


domingo, 26 de dezembro de 2010

Fátima Lopes - Amar depois de amar-te

"Há quem prefira sempre o caminho do sofrimento e da dor, convencido que assim demonstra de forma inequívoca os seus sentimentos. Normalmente são pessoas que acumulam relações falhadas. Há quem, acreditando no amor livre de dor, seja surpreendido por um desgosto e a partir daí vista a pele de vítima e não se disponha a reflectir sobre as razões pelas quais as coisas não funcionaram. Outros há que, acreditando incondicionalmente no sentimento amor, olham para as experiências menos boas como experiências, aceitam fazer o diagnóstico das causas do insucesso com um espelho à frente e se empenham em conhecer-se a si próprios, em encontrar o equilíbrio, para poderem, de novo, dar uma oportunidade ao amor."